quinta-feira, 22 de março de 2012

A vergonha dos intelectuais anti-católicos



Por Fernando Nascimento

Darei a conhecer aqui, alguns intelectuais que já vi se valendo de mentiras estratégicas anti-católicas, para simplesmente no mundo secular ganhar notoriedade, não se importando eles com as asneiras anti-históricas que falam.

O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(...) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).

Pelo que observei no boquejar ou escritos dessas pessoas, a fonte onde bebem é a mesma que jorra sobre os ludibriados freqüentadores de seitas evangélicas, ou seja, transformaram as escolas e faculdades em antros onde se ensina como “verdade absoluta”, toda sorte de mentira estratégica anti-católica, com reles intuito de, rapinando na ignorância, recrutar para o protestantismo ou para o ateísmo marxista, contanto que se repudie a Igreja Católica. O próprio professor universitário Robson Rodovalho, virou “bispo” Rodovalho e fundou a igreja evangélica “Sara Nossa Terra”.

A coisa mais comum na internet é nos depararmos com pseudos intelectuais, protestantes ou ateus marxistas, transliterando até as vírgulas e erros ortográficos cometidos por quem forja essas anti-católicas mentiras estratégicas.

Recentemente denunciamos até um Manual do Professor, destinado a rede pública de ensino, que vende as mentiras estratégicas protestantes como “verdades históricas”, as quais refutamos prontamente neste link: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/11/manual-do-professor-refutado.html

Tal prática criminosa no Brasil vem desde os tempos do evangélico General Ernesto Geisel (1974-1979), e já “formou” gerações. Antes do crescimento das seitas evangélicas no Brasil, quem ousava contrapor-se à hegemonia da Igreja eram as diferentes confissões luteranas. O general Ernesto Geisel, chefe de Estado ostensivamente anti-católico, em 1976, numa das freadas da sua distensão, aproveitou-se de sua autoridade para emplacar de forma solerte a dissolução do casamento e a legitimação do divórcio, e porque não a apologia ainda que desonesta de sua fé. As gerações de vítimas desta campanha protestante anti-católica estão por aí. Conheça alguns:

Marilena Chauí, historiadora de filosofia brasileira. Professora de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, no Programa “Observatório da Imprensa” em 18/10/2005, na TVE, usando uma Mentira Estratégica protestante, alegava:

“ Os protestantes revolucionaram a imprensa com a impressão da bíblia”.

A verdade: a imprensa foi inventada pelo católico Gutemberg. A primeira bíblia impressa por ele NÃO era a versão protestante, pois o protestantismo nem existia. Cinqüenta e oito anos antes de Lutero imprimir sua bíblia protestante, os católicos já tinham impresso 30 diferentes edições alemãs da Bíblia, no alto e baixo alemão. Fontes consultadas: (Imperial Encyclopedia and Dictionary © 1904 Vol. 4, Hanry G. Allen & Company), (Holman Bible Dictionary © 1991).

Antes de Lutero fundar o protestantismo, confessa que lia as traduções vernáculas feitas pela Igreja: "foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo batismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação..." (De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92).

Logo os protestantes não “revolucionaram” coisa nenhuma com a impressão da bíblia. Antes pirateavam as versões católicas e eram mortos pelos próprios protestantes que descobriam erros grotescos nestas bíblias protestantes. Por isso Calvino matou Miguel Servet, Henrique VIII condenou à morte Tyndale, Lutero era inimigo mortal de Zwinglio, Casiodoro Reina teve que colar erratas em sua bíblia errática e as bíblias de João Ferreira ainda hoje são “corrigidas”, “revisadas”, "atualizadas", etc. (Henry G. Graham, Where We Got The Bible (TAN Books, 1977) pp. 128,130).

Enviamos um E-mail, com o texto acima, no mesmo dia 18/10/2005, ao programa “Observatório da Imprensa”, que era transmitido ao vivo, para que a Sra. Marilena Chauí fosse corrigida. Em “respeito” a sua ignorância, não o fizeram no ar.

Pela léria da historiadora acima, vemos o quilate da “história” que é ensinada nas faculdades.

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Pedro Bial, jornalista, escritor, cineasta, poeta e apresentador brasileiro, usando uma Mentira Estratégica Protestante, afirmava no Programa “Fantástico”, da Rede Globo:

“A Santa igreja afirmava que os negros não tinham alma”.

A produção do programa recebeu de nós o seguinte convite a corrigir-se:

De: Fernando Nascimento
Para: Produção do programa Fantástico 

Venho assim, repudiar a afirmação infundada, do Sr. jornalista Pedro Bial, que alegou  que  “A Santa igreja afirmava que os negros não tinham alma”, no último domingo 21/10/2007, no quadro “É muita história”, durante o programa Fantástico.

O mesmo não apresentou qualquer Bula ou documento da Igreja, para afirmar tal quimera, talvez não sabendo tratar-se de caduca mentira estratégica protestante, já desmascarada com vários documentos no Blog Cai a Farsa, no link:

Na verdade, tal conduta de desprezo pelos negros, marcação a ferro quente com nome das igrejas, e afirmação de que eram “uma raça cuja inteligência média beira a estupidez e está obviamente privada de qualquer bênção divina”, Vinha da boca dos protestantes, e isso facilmente se verifica no no livro do protestante batista Philip Yancey, 'Alma Sobrevivente: Sou cristão, apesar da Igreja' , onde se lê: “O Baptist Record, uma publicação do Estado do Mississippi, publicou um artigo que defendia a ideia de que Deus queria os brancos governando sobre os negros porque ‘uma raça cuja inteligência média beira a estupidez’ está obviamente ‘privada de qualquer bênção divina’. Se alguém questionasse essa doutrina claramente racista, os pastores saíam com o expediente infalível da miscigenação (mistura de raças), que alguns especulavam ser o pecado que havia levado Deus a destruir o mundo nos dias de Noé. A simples pergunta ‘você quer que sua filha traga para casa um namorado negro?’ silenciava todos os argumentos raciais.” (pp. 25,26).  E na confissão da Igreja Anglicana:  http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2006/02/09/ult1766u14550.jhtm


O nobre Jornalista Pedro Bial, muito falou de “traficantes de escravos”, omitindo que estes eram protestantes, como o maior deles, Maurício de Nassau, que mandou 20 navios capturá-los na África: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_1290.html

Mas, o jornalista Pedro Bial, preferindo caluniar a Igreja Católica que verdadeiramente libertou os escravos, graças a documentos do Papa Leão III e da catolissíssima Princesa Isabel, omitiu a luta do Padre Antônio Vieira contra a escravidão, que naqueles tempos, em seus sermões dizia: “Saibam pois os pretos, e não duvidem que a mesma Mãe de Deus é Mãe sua: Sciant ergo ipsam matrem: e saibam que sendo uma Senhora tão soberana, é Mãe tão amorosa, que assim pequenos como são, os ama, e tem por filhos”. (“Sermão Décimo Quarto”. pág. 297). Dizia ainda:“... como todos os cristãos, posto que fossem gentios, e sejam escravos, pela fé e pelo batismo estão incorporados em Cristo, e são membros de Cristo” (“Sermão Décimo Quarto”. Pág. 300). Logo, Não cabe a falsa acusação, de que era alegado pela Santa Igreja que os negros não tinham alma.

Se o nobre jornalista fosse mais cuidadoso na seleção do que diz, teria encontrado na Internet a carta do Sr. Hernani Francisco da Silva, Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo convocando todas as Igrejas protestantes a pedirem perdão pelo desrespeito, preconceito, escárnio e tráfico deste povo, acesse: http://www.adital.com.br/site/noticia2.asp?lang=PT&cod=20880

Repito, a alegação de que: “A Santa igreja afirmava que os negros não tinham alma”, é falsa. Pois São Nicolau, Santa Efigênia, São Benedito e muitos outros, são santos negros e venerados na Santa Igreja desde a morte de São Nicolau no ano 345. Solicito encarecidamente, em nome de toda comunidade católica, esta justa correção no programa seguinte.

Cordialmente,
Fernando Nascimento
Estudioso do Cristianismo.
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O aleivoso apresentador, simplesmente silenciou.
O seriado foi abortado, e saiu do ar no terceiro programa. Segundo a produção, quem lhe fornecia os textos era um pseudo historiador Eduardo Bueno, que também resolveu silenciar, diante de nossos documentos incontestes.

Pela credibilidade do jornalista acima, vemos a qualidade da informação que dão ao povo.

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 Fernando Pessoa, poeta e escritor português. Como em todo o mundo a campanha anti-católica protestante também foi feita em Portugal. Escreveu a vítima Fernando Pessoa:

"Não precisamos dos sete montes de Roma: também aqui, em Lisboa, temos sete montes. Edifiquemos sobre estes a nossa Igreja. Deixemos de importar Deus, [...] esse nacionalismo inquinado de fé Católica, esse patriotismo viciado de uma religião estranha. "(...) Todas as religiões são, afinal, uma só religião".
"Expulsemos pois o elemento romano. Se há que haver religião em nosso patriotismo, extraiamo-la desse mesmo patriotismo. Felizmente temo-la: o sebastianismo".
(Fernando Pessoa, Portugal, Sebastianismo e Império"
Publicações Europa e Império, Portugal, 1986, p 110-111).

Veja que embora o tal fosse ateu, usa a mesma lábia protestante da falsa “liberdade” e o ódio por Roma, pensando erroneamente que a Igreja estava ou está entre sete montes (lenda protestante), quando na verdade Roma tem mais de 20 montes e a Igreja fica no oitavo monte, o Vaticano e bem distante dos tais sete montes que eram próximos. Como podemos confirmar na The Catholic Encyclopedia, são estes os montes de Roma, e eles passam de duas dezenas: Paroli, Pincian, Quirinal, Viminal, Esquilino, Alban, Captóline, Caelian, Palatine, Avelino, Mário, Gianicolo, Vaticano, Janiculan, Last-Named, Palestrina, Tívoli, os montes de Sabine, os montes de Umbrian, e o monte Tolfa.

Logo escrevia São Paulo aos romanos, eu disse aos romanos: “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados Santos: Graças a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Primeiramente, dou graças a Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.”  (Rm 1,7- 8).

Como vemos, em todo o mundo é anunciada a fé dos “romanos” que estão em Roma, e não a fé posterior dos alemães, americanos, ingleses, holandeses e brasileiros, seguidores de seitas que enganam, querendo colocar-se no lugar da Igreja de Cristo, promovendo as divisões condenadas pelo próprio apóstolo São Paulo, que já alertava naquele tempo aos romanos: “Noteis os que promovem dissensões (divisões) e escândalos contra a doutrina que aprendeste; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a Nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos símplices”.  (Romanos 16,17-18).

Se Todas as religiões são uma só, como pregava o ateu Fernando Pessoa, por que Cristo chegando depois de quase todas as outras religiões estarem no mundo, fundou sua igreja e mandou esta ir pelo mundo e batizar e pregar o evangelho a todos, incluindo aos ateus????

O Infeliz Fernando Pessoa parece que desconhecia de longe a Bíblia e a vontade de Deus.

A falsa “libertação” protestante aconselhada por ele, custará caro e rende boas gargalhadas a Deus: “Por que se amotinam as nações, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes junto se mancomunam contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: “Rompamos as suas ataduras e sacudamos de nós as suas cordas”. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles”. (Salmo 2,1-4). (Versículos conforme bíblia de João Ferreira, usada pelos protestantes das seitas: alemães, americanas, inglesas, holandesas brasileiras, etc.).

A religião protestante nunca foi uma mesma religião, eles nunca darão o dízimo ou se batizarão e casarão na seita do outro. O Fernando Pessoa esqueceu deste detalhe.

Pela sobriedade do escritor acima, pesam-se seus livros.

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Fernando Jorge, escritor e jornalista, Bacharel pela Faculdade de Direito da USP, figura tanto em importantes dicionários e enciclopédias nacionais quanto na literatura internacional, como fonte importante de conhecimento, em temas acadêmicos, polêmicos e nas grandes pesquisas de campo.

Sobre a lendária “papisa Joana” escreveu, crente que estava abafando, na página 27 e 28 do seu livro “Lutero e a Igreja do Pecado”:

“Ora, se ela (a papisa Joana) viveu em nosso planeta, para que os católicos insistem em dizer que é apenas um mito popular? Negam o fa­to, em minha opinião - e eu sou um escritor católico - negam o fato por hipocrisia, por farisaísmo. E que a papisa Joa­na, filha natural de um frade inglês, engravidou após manter relações sexuais com um criado e pariu durante uma procissão. Mãe e filho teriam falecido nesse momento. Bartolomeu Sacchi informa: depois disso, em toda eleição de novo papa, este se sentava numa cadeira com um orifício no centro, para ser apalpado pelos cardeais ... Se a hipocrisia dos meus irmãos católicos não a destruiu, essa cadeira esta no Museu do Vatica­no, à disposição de quem quiser vê-la. O móvel, se ainda se encontra lá, é a prova material de que o pontificado de Joana não é lenda.
Existe, em torno do assunto, uma respeitável bibliografia, ignorada pelos historiadores da Igreja Católica.”

A verdade:

O fantasioso escritor acima, que apenas faz eco ao boquejar dos inimigos da Igreja, nada tem de católico. E os historiadores da Igreja, ao contrário do que ele escreve, preferem mesmo é ignorar as fábulas. Coisa que ele não sabe nem distinguir.

Pela sua “brilhante” conclusão, se há no Vaticano uma cadeira com um orifício no centro, logo a “papisa” existiu. Ou seja, se alguém viu o Saci Pererê fumando cachimbo e os cachimbos existem, logo o Saci é uma realidade. Rsss

Há mais de 400 anos a refutação desta lenda da “papisa” foi cabalmente empreendida por Florimundo de Remond, que escreveu o livro "Erreur populaire de la papesse Jeanne", editado em Paris (1558), Bordéus (1592, 1595) e Lião (1595). O autor mostrava a impossibilidade de tal "estória" e as contradições das diversas recensões.

Também refutou este embuste o autor protestante D. Blondel ("Familier esclaircissement de la question, si une femme a este assise au siège papal de Rome entre Leon IV et Benoit III". Amsterdam 1647). Assim como o erudito Ignaz von Doellinger ("Die Papstfabeln des Mittelalters. Stuttgart" 1890), mesmo não sendo muito amigo do Papado.

Já a lenda da cadeira foi baseada numa antiga cerimônia. Uma vez eleito o Papa, os Cardeais e o povo iam à basílica de São João do Latrão. O Pontífice se sentava numa cadeira de mármore colocada sob o pórtico da igreja; os dois Cardeais mais antigos o sustentavam pelos braços e o levantavam, ao canto da antífona "Suscitans a terra inopem et de stercore erigens pauperem." - "Levantas da terra o indigente e do esterco ergues o pobre" (Salmo 112, 7). Em consequência, tal cadeira se chamava "estercorária" (o canto sugeria o adjetivo...) A cadeira não possuía assento perfurado. A cerimônia tinha seu simbolismo claramente enunciado pela antífona: apresentava o Papa como o pobre servidor que Deus se dignava de exaltar ao pontificado.

A seguir, o Pontífice era levado ao batistério do Latrão. Sentava-se sobre uma cátedra de porfírio e recebia as chaves da basílica, sinal de suas faculdades pastorais. Depois, sentado sobre outra cadeira de porfírio, devolvia as chaves. Essas duas cadeiras de porfírio tinham assento perfurado; eram cadeiras antigas, que haviam servido aos banhos dos romanos e que eram utilizadas em tal cerimônia papal não por causa da sua forma, mas por causa do respectivo valor. Ora a lenda confundiu esses diversos elementos, imaginando a cadeira estercorária como cadeira de assento perfurado e associando-a à estória da Papisa Joana.

Pela qualidade do “bacharel” acima, vemos a baixaria vendida nas faculdades e carimbadas nos “dicionários e enciclopédias nacionais e internacionais”.

Como escreveu o blogueiro Sérgio Marcondes Soares: “O intelectualóide não sabe nem por onde a galinha mija!” 

Quanto mal deixariam de causar essas pessoas, se do alto de suas pompas rocambolescas e seus narciszismos vis não acrescentassem tanta ignorância ao povo, sendo eles mesmos vítimas de um diabólico plano protestante. Há se um dia fossem humildes e sóbrios como o grande imortal Rui Barbosa, que investigando os boatos, chegou a arrepender-se das ignorâncias e má fé anti-católicas que traduziu e publicou. Conheçamos rapidamente sua história:

Rui Barbosa, jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro. Quando jovem inexperiente, traduziu um calunioso livro anti-católico, intitulado: “O Papa e o Concílio”, livro este adorado pelos protestantes por dizer irresponsavelmente que: “ o Papa, necessitando restaurar a Igreja de S. Pedro que rachava usou cofres com os dizeres: ‘Ao som de cada moeda que cai neste cofre uma alma desprega do purgatório e voa para o paraíso!’”

Contrariando essa alegação, o próprio Lutero, contemporâneo dos fatos, desmascara essa farsa em sua tese nº 50, dizendo: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o Papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas”.

O livro “O Papa e o Concílio”, foi forjado na Alemanha em 1870 (mais de 300 anos após os fatos), pelo apostata Döllinger, sob o pseudônimo de Janus, por encomenda do tirano Bismarck, para irresponsavelmente atacar a Igreja, tendo sido esquecida depois por ser um trabalho sujo; traduziu-a Rui Barbosa em sua juventude e depois arrependeu-se pelas calúnias e pelo ataque apaixonado que o livro faz contra a Igreja Católica, não permitindo mais sua reimpressão enquanto vivo. Após a sua morte, sarcasticamente reimprimiram a obra, rejeitando porém um prefácio que explicava o arrependimento de Rui Barbosa. Bismarck foi um tirano alemão, que tentou resolver os problemas da Alemanha com “sangue e aço”, e também calúnias contra a Igreja." (Enciclopédia Encarta 99, apud: site Montfort)

Veja na página nº 6, do site da Academia Brasileira de Letras, um registro da repulsa de Rui Barbosa pelo livro: http://www.academia.org.br/abl/media/celebracao12.pdf

Ao fim de sua vida, disse o já experiente e ainda mais católico Rui Barbosa:

“Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião, ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, de Carlos Mariano M. Santos (1998-2004) – Art 5).

Este foi um sóbrio intelectual que buscava a verdade, a exemplo de Voltaire que tanta calúnia anti-católica publicou e terminou seus dias a pedir perdão à Igreja e a converter-se católico. (revista francesa, Correspondance Littérairer, Philosophique et Critique, abril de 1778, pág. 87-88)

Quem dera se nossas academias e escolas ouvissem tal conselho de Platão:

“Não é a ignorância das multidões a mais perigosa, nem a mais temida, nem o maior dos males. Haver estudado muito e muito haver aprendido, mas com métodos viciosos, é mal muito maior.” (PLATÃO. Leis, X, 818, 819).

Fimdafarsa.